Agentes penitenciários em greve

Extraído de: odia.ig.com.br.noticias.brasil   Março 10, 2014

Paralisação atinge mais da metade das prisões de São Paulo. Governo corta o ponto

São Paulo - A paralisação dos agentes penitenciários do Estado de São Paulo , iniciada nesta segunda-feira, atingiu pelo menos 80 das 158 prisões paulistas. Segundo o Sindicato dos Agentes Penitenciários do Estado de São Paulo (Sindasp), 16 mil dos 30 mil guardas do sistema cruzaram os braços. 

Nesta terça-feira, o governo do estado vai se reunir com lideranças dos trabalhadores. O encontro acontece após terem fracassado as ameaças de corte de ponto e de sanções disciplinares contra agentes que faltassem ao trabalho.

No sábado, o secretário de Administração Penitenciária, Lourival Gomes, distribuiu aos coordenadores regionais determinação de abertura de sindicâncias administrativas e punição para quem aderisse à greve. Nesta segunda, o governador Geraldo Alckmin disse que há vontade do governo de negociar. Ele avisou, no entanto, que o limite da negociação é imposto pelo orçamento.

Nas penitenciárias que aderiram ao movimento,apenas a alimentação, o atendimento médico, o banho de sol e a liberação de presos por alvarás de soltura foram mantidos. Foram suspensos entrada de novos presos, escolta e transferências, interrogatórios e visitas de advogados e oficiais de Justiça nas unidades. Até a noite desta segunda, nenhum incidente tinha sido registrado. Mas o governo ameaçou responsabilizar o sindicato por fugas e danos em caso de rebeliões.

Autor: O Dia


 
 
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