Suspeito de matar major Gasparetto pode ter sido morto em suposto confronto com PMs

Extraído de: gazetamt.policial   Fevereiro 19, 2014

Um dos suspeitos de ter assassinado o major Gasparetto pode ter sido morto em confronto com a PM

 

Informações que circulam na imprensa da capital  Cuiabá (MT esta manhã (19), dão conta  de que um dos suspeitos de ter assassinado o policial militar da reserva, major Claudemir Gasparetto de 52 anos de idade, na noite desta terça-feira (18), quando o mesmo chegava em casa no bairro Planalto Ipiranga em Várzea Grande, pode ter sido morto durante um suposto confronto com uma guarnição da PM.

 A Polícia trabalha com duas hipóteses: latrocínio: roubo seguido de morte ou vingança.

 Logo após a execução do major a PM deu início às buscas aos suspeitos e um dos suspeitos teria sido localizado morto algumas horas depois. Não se sabe ainda se foi em confronto com a polícia ou não.

 Em versão oficial, a PM não confirma se essa pessoa encontrada morta tem relação com o caso. O acusado foi morto atingido por vários tiros no rosto.

  O CASO

 Conforme a PM, ontem (18), por volta das 20h, o major estava chegando em casa num VW Voyage, quando dois criminosos se aproximaram em um Ford Eco Sporte, de cor vermelha.

 Conforme informações, o carro dos bandidos 'emparelhou' com o do policial. A seguir, pelo menos dois criminosos desceram, sacaram suas armas (pistola Ponto 40 e, 9mm) e atiraram várias vezes no major, que não teve de reagir e se defender e sacar sua pistola. O militar foi atingido pelo menos seis vezes pelos disparos.

 O major foi baleado nas costas, no tórax e na cabeça. Ele foi levado inconsciente por uma unidade de resgate do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ao Pronto Socorro de Várzea Grande, mas não resistiu aos ferimentos e morreu durante o atendimento médico.

 ACERTO DE CONTAS

A delegada Sílvia Pauluzi, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pelas investigações do assassinato do major PM Claudemir Gaspareto, acredita que o depoimento da família poderá levar aos esclarecimentos dos fatos. Conforme a Polícia Civil, a hipótese de um acerto de contas não está descartada.

Uma das possibilidades está sendo investigada. Como o ocorrido no dia 12 de fevereiro de 2011, quando o major Claudemir reagiu a uma tentativa de assalto na casa dele, localizada no bairro Cohab Canelas, em Várzea Grande, e na ocasião, o militar acabou  matando um dos ladrões.

Todavia, como as características são de um crime de pistolagem, os policiais acreditam que a execução do oficial tenha tido um "motivo forte", uma vez que o assassinato mostrou "grau de complexidade"na execução.

"Foi uma execução com muita sofisticação para estar ligado a uma reação a um assalto e, ainda por cima, na própria casa da vítima", disse um policial que preferiu não se identificar.

 Gasparetto trabalhou oito anos na Casa Militar, até se aposentar em 2011, após 28 anos de serviços prestados na corporação.

 

 

O caso continua sendo investigado.

 

Autor: Vinculado ao gazetamt.policial


 
 
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